sábado, 25 de outubro de 2025

Doce sonho

Do meu sono profuno

A tristeza vem me abraçar

Sem ter um pingo de orgulho 

Só ele pra me consolar


Aceito como uma velha amiga

Quero ouvir o que tem pra dizer 

Costuma me conhecer tão bem

Só ela deve entender



Reachado de promessas vazias

Com suas prosas banhadas por dor

Beirando em meio a esquizofrênia 

Nunca tive um amor


Se parece com quem?

Ouvi dizer de alguém

Em algum lugar,

Há de me encontrar


Que não seja tão tarde

Para manter um pouco da sanidade

Sem ter medo do esquecimento

De achar tudo bom 



Quem está por fora

Já não se prende mais aqui

Desconhece como é guardar uma saudade

Que não deveria mais existir



Pois quanto mais sinto 

Menos tenho algum valor

Um pensamento do eu meu distorcido 

De como palavras só trazem dor 

Mais uma canção boba de amor

Do doce canto da minha melodia

Regada pela onda da harmonia

Que traz consigo

Só mais um penar


Que aqueça sua alma 

E toque seu coração 

Só quero te mostrar 

Mais uma canção 


De poucas notas, com um tom

Ritmo bem baixo

Pra não me perder

Só quero preencher o vazio 

Entre eu e você


Pra falar do seu nome 

bem baixinho

Dura o quanto for

Não existe tempo ruim

Pra falar do meu amor



Mil luas podem existir por aí, 

A vagar,

Só que no meu univeeso universo não tão particular 

O sol só se põe em você.

Pra formar meu par

 Entra sem pedir licença

Como quem nada quer

Ocupa meu espaço 

Pra fazer o que quiser


Não tem como ganhar

Programado pra perder

O amor é um jogo sujo

Meio assim que tem que ser



Das coisas que me faz bem

Parece você em primeiro lugar

Trazendo cor no vento

Dentro do meu universo particular



Saudades pode bater

Para a tristeza que vem me dizer

Que só insisto em sentir

Falta de você 


Do sentindo que fala da razão 

Digo pra ele não me dizer

Pode descansar em paz

Sem nunca mais ver você.

Do lado de cá

 As coisas não andam

Do lado de cá 

Melhor ir embora

Sem pensar em voltar


Das coisas que já sei

E tento esquecer

Você foi apenas uma delas

Que paguei pra ver


A onda que correu

Bateu no mar

Passou por você 

E não quis te largar


Levou quase tudo

Como quem nada quer

Ocupou seu espaço 

E fez o que quiser


Não fosse isso

Seria menos

Se não fosse igual

Seria um quase normal


Antes que fosse embora

Disse pra não se esquecer

Não faz diferença

Ela não quer saber

Pocahontas

 India que vem pro mar

Resolve nele cavalgar

Espaço estranho e distinto

Anseio de se entregar


Medo de chorar ou sorrir

Coisas que envolvem o ato de sentir

Reflete na sua vida distante

Há qual não se encontra mais aqui


De tarde, entreguei teu espelho

Reflete como eu a vejo

Tão díficil de não notar

Cercada de ausência

Você foi para o mar


A noite, que não teve fim

Chegada pós tarde, confia em mim

Não vou apagar o teu brilho

Ou acordar você com um sonho vazio

Chau, Talvez, Adeus, cadê e você




Para você não é mais nada

Exceto só mais uma página virada

Vivo assim sem saber

Como faz para esquecer?



Talvez não seja só comigo 

Que você foi buscar um outro abrigo

Ficou assim meio por dizer

Como faz para esquecer?



Só que vivo a procurar

O alguém que possa me completar

Dancar sozinho é tão sem graça 

Não é assim que a banda passa


Entre risadas por dizer 

Consigo quase me perder 

E assim o coração reage

De forma, quase sem querer



Caminha assim para outro mundo

Sem nem dizer aonde vai

Como se eu precisasse saber

Você não vai me dizer




Fror



Tudo parece lhe cair tão bem

como se fosse feito para você

azul, rosa ou vermelho

igual a uma flor é o seu cabelo 


 Queria ter tempo para poder contar

todas as estrelas que ficam sob teu olhar

mesmo que pequenas de ser ver

elas ainda são você



Muda o seu cabelo, ao perceber 

Que o tédio não governa o seu viver

Ao tempo que se afasta de mim

com medo de sofrer



Distancia que existe, com voz

Só pra saber se está ali

Numa rua ou esquina

Cercada de gente, caminha minha menina


Queria ter tempo para contar 

Verdades que não podem ser ditas

Sem olhar /sem observar 

Que continuam escondidas em você 

Mesmo que eu ainda não possa ver


Muda teu sentido, pra sorrir

Encontrando uma razão pra sentir

Ao perceber 

Que não dá pra viver só por viver.


Deixa o sol entrar

Ele talvez sirva pra te consolar 

Com um afago ou gracejo 

Muito além de um simples beijoo